Sabe aquele cheiro de bolo na casa? Do refogado de feijão? Hum…o aroma do doce de abóbora na casa? Lembrar dos aromas e sabores da infância me faz muito bem. Uma das melhores recordações que tenho são das “comidinhas especiais” que minha mãe preparava para mim e meus irmãos, quando era nosso aniversário. Comida de mãe é a melhor coisa do mundo!
Para meu amigo Rodrigo Nocchi, comida de mãe “É o que nos alimenta para a sobrevivência e o crescimento, do corpo e da alma. É de onde brota o nosso primeiro amor que vai nos estruturar”.
Comida de mãe tem sabor de carinho
Comida de mãe tem sabor de felicidade, amor e carinho. Um sabor que nunca se esquece. No filme Ratatouille uma cena (pra mim a melhor do filme) traduz exatamente isso: o temido e renomado crítico gastronômico Anton Ego come o ratatouille preparado por Remy. A expressão de prazer do crítico Ego é emocionante. O sabor do refogado de legumes o faz viajar no tempo, quando ainda de calças curtas comia as delícias preparadas por sua mãe. A comida é um meio de transporte delicioso para as viagens de nossa memória gastronômica.
A maneira como nossas mães nos alimentaram na infância, como elas nos ajudaram a formar nossos hábitos alimentares define o que comemos na vida adulta. A formação da nossa identidade gastronômica é formada na infância.
Obrigada mãe
Não é segredo pra ninguém que a pessoa que me ensinou a respeitar e amar a cozinha foi minha mãe. Logo cedo Dona Maria me mostrou que comida gostosa não se prepara só com as mãos, é preciso usar o coração! Obrigada mãe, suas lições me formaram a chef que sou hoje!
Prepare o almoço da sua mãe. As receitas? Estão na seção Receitas da Cris.
